“Na faculdade de medicina, aprendemos muita coisa. Mas nada sobre como divulgar nosso trabalho.”
Foi com essa frase que um ortopedista experiente, responsável por uma clínica moderna na zona sul do Rio de Janeiro, abriu a primeira reunião com a equipe da Parnes.
Ele e dois colegas haviam investido pesado em estrutura, conforto e tecnologia. Mas a procura por atendimentos estava muito abaixo do esperado. O motivo? A comunicação simplesmente não existia.
E este não é um caso isolado. Médicos, fisioterapeutas e outros profissionais da saúde formam-se com excelência técnica — mas, em geral, não recebem formação sobre como se posicionar com ética no mundo digital.
A publicidade médica mudou. Mas será que os profissionais acompanharam?
Com a entrada em vigor da Resolução CFM nº 2.336/2023, as regras sobre publicidade médica foram atualizadas: agora é possível divulgar a prática médica, mostrar ambientes e equipamentos, e compartilhar informações de interesse público nas redes sociais — desde que com responsabilidade e dentro dos limites éticos.
Mas isso não quer dizer que os médicos sabem por onde começar.
Muitos ainda veem o marketing como “coisa de blogueiro”, quando na verdade ele pode — e deve — ser uma ponte entre o conhecimento científico e o bem-estar da população.
Marketing em saúde: nem autopromoção, nem omissão. Posicionamento.
Na Parnes, acreditamos que marketing em saúde é, antes de tudo, comunicação com propósito. Não se trata de prometer milagres ou banalizar a profissão. Trata-se de usar a linguagem certa, nos canais certos, com consistência, para que quem precisa de cuidado saiba onde encontrar.
E isso envolve:
- Clareza de posicionamento
- Escolha estratégica dos canais (Instagram, YouTube, WhatsApp Business…)
- Criação de conteúdo educativo e acessível
- Alinhamento da equipe da clínica — da recepção ao pós-consulta
- Respeito às normas e aos limites éticos da profissão
Quando o marketing respeita a ética, ele amplia o cuidado
Profissionais como o Dr. Daniel Becker (pediatria) ou o Dr. Roque Saviolo (cardiologia) mostram como é possível comunicar com ética e excelência. Seus perfis não “vendem consultas” — eles ensinam, orientam, criam vínculo e autoridade.
E é isso que muitos profissionais precisam entender:
ser bom não basta. É preciso ser encontrado.
A experiência da Parnes com clínicas médicas
Na nossa atuação com clínicas e consultórios, temos aprendido que comunicação estratégica vai muito além de redes sociais.
Envolve:
- Diagnosticar os pontos de contato com o paciente
- Integrar marketing, atendimento e operação
- Produzir conteúdo que traduz conhecimento técnico em linguagem acessível
- Construir rotinas e fluxos que sustentam a reputação da marca médica
Conclusão: a reputação começa com a presença
O mundo digital não é mais opcional.
Mas entrar nele com responsabilidade exige orientação.
Na Parnes, oferecemos exatamente isso: uma ponte entre excelência técnica e comunicação consciente.
Porque reputação não se constrói com impulsos — se constrói com propósito.